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depA Architects

Sapientia Hotel . Coimbra

depA Architects . Sapientia Hotel . Coimbra afasia (2)

depA Architects . photos: © José Campos

The three pre-existing buildings around a mediterranean courtyard are located Coimbra, in the city’s UNESCO World Heritage Protection Zone.

 

In such delicate surroundings, the intervention seeks a delicate design balanced between the need for technical adaptations to contemporary building demands, the legal requirements for a contemporary hotel and the huge care that an intervention of this type requires. In other words, the adaption to the new program and the consequent deep intervention by all means paid deep respect for the historical relevance of the buildings and its great architectural and constructive values.

This balanced strategy allowed, at the same time, to clarify the difference between the preserved old elements and all the new and, above all, the difference between the three buildings: the former house on the upper level, the small palace on the lower level, and the third in-between, which is more picturesque.

The courtyard which aggregates the three buildings is open to the public and is the life heart of the new hotel.

The use of traditional materials such as stone, wood and iron, not only for for structural purposes but also for final details and finishings made, at the end, the whole intervention coherent and avoids a disruptive atmosphere or design.
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Architecture: depA Architects (Carlos Azevedo, João Crisóstomo, Luís Sobral, Miguel Santos, Sara Pontes, Margarida Leitão)

Engeneering: CPX, Ncrep, Mse

Consultants: Financertus

Design: 2014-2015

Construction: 2016-2017

Photo Credits: José Campos

O conjunto dos 3 edifícios pré-existentes encontra-se localizado na Alta de Coimbra, inserido na área de protecção à Zona Património Mundial da UNESCO. 

O projecto propõe uma intervenção global nos três edifícios articulados por um logradouro comum, procurando um equilíbrio entre a necessidade de intervenção nos edifícios pré-existentes, a sua adaptação às exigências próprias de um edifício contemporâneo, as exigências legais e o cuidado que uma intervenção deste tipo deve beneficiar perante a sua envolvente, a sua relevância histórica e o seu grande valor arquitectónico e construtivo.

Propõe-se assim uma intervenção que preserva ao máximo as características originais e de valor patrimonial do edifício da cota alta e do edifício da cota baixa, clarificando os seus elementos dissonantes e fazendo apenas as necessárias adaptações ao novo programa, adaptações essas que se querem assumidas, no detalhe e no desenho, mas ainda assim em diálogo com o existente, na lógica do desenho e dos materiais.

Por sua vez, as características e o mau estado de conservação do terceiro edifício ditaram uma intervenção mais profunda com a sua demolição interior quase total, garantindo-se contudo a permanência das fachadas e cobertura. Esta intervenção quis ainda, e principalmente, clarificar a diferença entre os três volumes correspondentes aos três edifícios e reforçando e clarificando três momentos: a casa da Rua José Falcão, o palacete da Couraça de Lisboa, e um terceiro, que os une, de serviços, menos apalaçado e mais pitoresco, o do Largo do Hilário.

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