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11 FALA

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GARAGE HOUSE . Lisbon

© FG+SG fotografia de arquitectura

FALA ATELIER . photos: © FG+SG fotografia de arquitectura

The project started with an unconventional request from an open minded couple: within a very tight budget, to convert a windowless 200m2 garage into a house.
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The proposed intervention intended the clearest reading possible of the existing structure, emphasising its strength. While the garage was careless and grey, the house is clean and white; its materiality is flat, its light is abstract.

Two generous bathrooms were included behind a curved wall, where a broken corner was before; the walls and ceilings were painted in white and the floor covered in a continuous polished concrete surface; the existing skylights we’re rethought. No other change felt necessary.

Carefully placed elements organize the living areas: a marble kitchen, curtains, potted plants. Along with the furniture, the free standing elements carry the flexible identity of the house, hinting its domesticity while punctuating the abstract volume with color.
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GARAGE HOUSE
Lisbon, Portugal
September 2015 – April 2016

STATUS:
Private Commission; Built

PROJECT TEAM:
FALA ATELIER
Filipe Magalhães
Ana Luisa Soares
Ahmed Belkhodja
Mariana Silva
Camelia Petre
Clara Pailler

CONSULTANTS:
Paulo Sousa

O projecto partiu de um pedido invulgar: com um orçamento reduzido, pretendia-se a conversão de um amplo armazém num apartamento para um casal. Localizado no rés-do-chão de um edifício residencial dos anos 50, sem qualquer janela ou vista para o exterior e com aproximadamente 200m2, o espaço era apenas iluminado por quatro clarabóias quadradas e pontuado por um imponente pilar central.
 A proposta apresentada procurou a leitura mais clara possível da estrutura existente, enfatizando a sua força. Mantendo o volume interior inalterado, através de uma materialidade abstracta, a garagem cinzenta e descuidada deu lugar a um espaço branco e luminoso.
 Dois quartos de banho foram colocados no canto imperfeito, definindo uma linha curva que uniu a entrada ao grande espaço aberto. As clarabóias foram reparadas, todas as paredes foram pintadas de branco e o pavimento revestido por uma superfície contínua de microcimento polido. Nenhuma alteração adicional foi necessária: a personalidade do lugar não devia ser alterada, e a sua decantação originou uma condição singular para habitar.
 Elementos soltos cuidadosamente colocados organizam os diferentes programas: uma bancada em mármore claro, cortinas de cores fortes, mobiliário. O somatório das peças que se espalham pelo espaço transporta uma identidade flexível, dando sinais duma nova domesticidade que não nega a origem industrial do lugar que ocupa.

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